Uma declaração polêmica de Emicida agitou as redes sociais nesta semana. O rapper e fundador do selo Lab Fantasma acusou Fioti, um dos artistas mais conhecidos do grupo, de dedicar apenas duas horas de trabalho por dia durante a fase final da gravadora.
O comentário foi feito em uma entrevista ao portal Leodias, onde Emicida falou sobre os desafios de manter um coletivo artístico independente. “Tinha gente que, na reta final, trabalhava duas horas por dia e achava que tava fazendo muito. Fioti, por exemplo”, afirmou o rapper, sem dar muitos detalhes sobre o contexto específico.
A Lab Fantasma, criada em 2009, foi uma das principais gravadoras independentes do rap nacional, revelando nomes como Fioti, que ficou conhecido pelo hit “Bumbum Granada”. Apesar do sucesso, o selo encerrou suas atividades em 2021, com Emicida citando dificuldades financeiras e desgaste na gestão.
Ainda não há uma resposta pública de Fioti sobre as acusações. Fãs e colegas de cena reagiram com surpresa às declarações, dividindo opiniões entre quem acredita que pode haver um mal-entendido e quem vê o desabafo como um reflexo dos desafios por trás dos coletivos musicais.
Enquanto isso, a polêmica reacende o debate sobre as relações artísticas e profissionais no meio do rap brasileiro. Será que novos capítulos dessa história ainda virão à tona?